O caminho está traçado; a vida é destituída de valor, a modernidade equaciona a existência irreal, a autenticidade surge morta no mar de produção e até mesmo o amor informatizado torna os sentimentos comercializáveis… Da consciência deste universo mortificado surge a questão: haverá ainda algum pensamento, algum ser, alguma zona ou sentimento sem valor no mercado, não catalogado, não optimizado, apenas autêntico, real e natural?